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Curando Relacionamentos

Post EMF

Aqui no Ser Integral, estamos sempre falando da importância do auto conhecimento para o nosso crescimento enquanto Seres em evolução. Acreditamos que estamos aqui para aprender a amar e servir, o que só é possível quando sabemos quem somos, onde estamos e onde queremos chegar.

Quando sabemos quem somos podemos fazer melhores escolhas para nossa vida, ao invés de apenas ficarmos desejando mudanças para as quais muitas vezes não estamos preparados (as). Saber onde estamos permite que valorizemos nossas conquistas e avanços (porque sempre há conquistas e avanços para agradecermos e celebramos) e sobretudo sejamos capazes de tomar as atitudes que nos levarão onde queremos chegar.

Em minha vivência de mais de 10 anos de atendimentos em consultório (presencialmente) e à distância, tenho acompanhado muitas pessoas que se sentem perdidas, com aquela sensação de que a vida está passando e ainda não descobriram seu real sentido.

Às vezes mantém-se em relacionamentos que não fazem mais sentido apenas por medo de buscar o novo.

Com o passar do tempo vivendo nesta energia de estagnação o resultado é a manifestação de doenças no corpo emocional que se apresentam muitas vezes sob a forma de desânimo, ansiedade, angústia, síndrome do pânico ou somatizam no corpo físico na forma de dores de cabeça, rinites, sinusites, sobrepeso etc…

Atendi há pouco tempo uma jovem, cuja queixa era exatamente este descontentamento com a vida que fazia com que seus relacionamentos afetivos se deteriorassem deixando-a ansiosa e angustiada.

Em nosso primeiro atendimento aplicamos um Reiki à distância, para trazer-lhe serenidade e paz para lidar com o término de um relacionamento recente, com o qual estava inconformada e querendo insistentemente reatar.

Na semana seguinte explicamos sobre a necessidade de alinhar sua malha energética de modo que pudesse ter Clareza sobre as parcerias que de fato queria para sua vida e sobretudo ser capaz de atraí-las para Si. Iniciamos então um alinhamento energético profundo, com a EMF Balancing Technique com o foco de trabalhar a sua malha energética dos Relacionamentos.

Trabalhar a malha energética dos Relacionamentos permite reconhecer a força da Terceira Malha, aquela que geramos em qualquer relacionamento. Existe a nossa malha energética, a malha do Parceiro (a) e a Terceira Malha que criamos e na qual colocamos cinquenta por cento da energia total que a compõe. Compreender e aplicar este entendimento mudou totalmente a vida daquela jovem.

Assim que alinhou a sua malha energética através da primeira sessão de EMF Balancing Technique, ela eliminou a angústia e a tristeza por conta do término do relacionamento. O passo seguinte ao continuar as sessões de alinhamento foi atrair um novo relacionamento, que solidificou rapidamente e evoluiu para o casamento num tempo recorde de seis meses. Isso mesmo, a jovem que se sentia frustrada, só enxergava o relacionamento que perdera e precisava reconquistar, hoje está vivendo feliz e equilibrada a vida que escolheu. Saiu do desejo que a fazia sofrer ao realinhar sua energia, obtendo a Clareza e o Discernimento necessário para fazer a escolha de um Relacionamento equilibrado e pleno.

Equilibrar a malha energética permite este alinhamento que produz paz profunda, leveza, saúde física, mental, emocional e espiritual. E claro atrair e manter bons Relacionamentos.

São histórias como essa que enchem meu coração de gratidão e amor pelo meu trabalho que é a missão de minha vida.

Um grande abraço e até o próximo post!

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Hera a deusa do casamento, do compromisso e da esposa

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 No post passado iniciamos o tema das tres deusas vulneráveis (não viu? vale a pena dar uma olhada. Clique neste link http://bit.ly/deusasSerIntegral). Hoje vamos aprofundar um pouco mais sobre o arquétipo de cada uma delas, iniciando com Hera, a deusa do casamento, do compromisso e da esposa.

Hera, a deusa grega, imponente, real e bela, conhecida pelos romanos como Juno, cujo nome pode significar a Grande Senhora, forma feminina da palavra grega herói. Era casada com Zeus (Júpiter) deus supremo do Olimpo, governante dos céus e da terra. Na mitologia grega Hera tinha dois aspectos muito contrastantes: ora era solenemente reverenciada e venerada em rituais como poderosa deusa do casamento e ora difamada por Homero (poeta da época) como víbora vingativa, briguenta e ciumenta.

Foi humilhada e traída por Zeus nos muitos romances extraconjugais que teve com outras deusas, sendo que o mais grave foi  a desonra que sentia em relação ao seu casamento, que era sagrado para ela.  A cada nova humilhação que sofria com as traições de Zeus, na maioria das vezes, Hera reagia com raiva e vingança, ou simplesmente se retirava em peregrinações aos limites da terra e do mar. Lá ficava envolvida na mais completa escuridão, longe de tudo e de todos.

Como deusa do casamento, Hera foi reverenciada e injuriada, honrada e humilhada, tornando-se uma das deusas onde se pode perceber muito claramente atributos positivos e negativos. Ou seja o arquétipo de Hera tem uma força intensamente poderosa tanto para a dor quanto para a alegria na personalidade de uma mulher.

No arquétipo de Hera é muito marcante o desejo ardente de ser esposa. A mulher tipo Hera sente-se fundamentalmente incompleta sem um companheiro. Viver sem um companheiro pode ser uma experiência interior tão profunda e intensiva como o fato de não ter filhos o é para a mulher cujo maior impulso (instinto?) é ser mãe. Necessita do prestígio, respeito e honra que o casamento representa para ela. Quer e precisa ser reconhecida como a Sra Fulano de Tal. 

O arquétipo de Hera é profundamente reforçado pela nossa cultura patriarcal e acaba influenciando até as mulheres que se movem por objetivos de carreira e estudo. Também elas não escapam da pressão e expectativas culturais da realização através do casamento. Por esta razão as mulheres solteiras muitas vezes, se sentem como que excluídas da norma social quando não se apresentam como companheiras de um homem.

Uma característica forte do arquétipo de Hera é a capacidade de estabelecer elo, compromisso, ser leal e fiel, suportando e passando pelas dificuldades da vida com o companheiro. Para a mulher do tipo Hera o compromisso do casamento não é condicional. Entra no relacionamento para os dias bons e ruins. Por esta razão quando decidimos casar ou queremos honrar e permanecer no casamento, além de escolher bem o parceiro disposto ao mesmo objetivo é muito útil invocar E CULTIVAR o arquétipo de Hera em seus sagrados rituais, para caracterizar o casamento também como uma união espiritual, cuja força invocará sua graça e poder para a união.

Se você é do tipo Hera e está desencantada com os homens não interessados em casamento e compromisso, está na hora de reavaliar suas escolhas. Quem sabe não está tendo atitudes preconcebidas em relação aos homens que tem valores tradicionais (querem casar e constituir família)? É bem possível que ao modificar a imagem (que tem dentro de você) do homem ideal, buscando adequá-lo a um tipo de homem com o qual possa estabelecer compromisso (porque ele também quer!)  pode tornar possível a realização que a sua Hera tem de ser esposa.

Sempre me causou estranheza lidar com as mulheres que canalizam a raiva da traição do companheiro para a outra mulher. Conhecer o padrão negativo que Hera manifestou quando desprezada  e humilhada pelas traições de Zeus, me libera do pré-conceito. Hera canalizava como raiva vingativa, dirigida à outra mulher ou às crianças geradas por Zeus, a dor que sentia ao ser rejeitada por ele e ao ser menosprezada por seus romances. O arquétipo de Hera predispõe a mulher a transferir a culpa do seu companheiro – do qual é emocionalmente dependente – para os outros. Para Bolen, na prática do seu trabalho analítico, esta atitude de vingança, é um truque mental que a mulher do tipo Hera adota para sentir-se poderosa e menos rejeitada.

A mulher do tipo Hera tem prazer em fazer do marido o centro da sua vida. Seu filhos compreendem a ordem de sua importância em seu universo: primeiro o marido. Trabalhar fora de casa pode ser um aspecto absolutamente secundário em sua vida. Quando é uma força forte na psique de uma mulher, qualquer que seja sua formação, carreira ou profissão é apenas algo que ela faz, não um aspecto importante que revele quem ela é. Claro que tem mulheres do tipo Hera que são muito bem sucedidas em suas carreiras profissionais, mas quando isso acontece é porque outras deusas estão presentes nela. Para a mulher do tipo Hera sua carreira é o seu casamento e ela sempre a adequará as necessidades de seu marido.

Quando o arquétipo de Hera predomina, supõe que sexualidade e casamento vêm juntos. É o caso das mulheres que ainda hoje permanecem virgens até assumir um compromisso ou se casarem. Preferem ser despertadas sexualmente pelo seu marido e mesmo que isso não aconteça , continua considerando as relações sexuais como parte profundamente sentida de seu papel de esposa. É possível que a idéia de sexo submisso tenha surgido com as mulheres do tipo Hera.

Considera o dia do seu casamento o mais significativo e importante de sua vida. Adora a idéia de adotar um nome novo, porque de fato, se torna a esposa: um sonho acalentado desde sempre. Sua felicidade a partir do casamento, estará para sempre atrelada à importância que ele dará a união e pincipalmente  dependente da apreciação que dela fará como esposa. Sofrerá muito caso seu marido não lhe proporcione esta devoção e envolvimento. Divórcio é palavra que não consta do seu dicionário. E se a idéia de separação partir do marido, será muito muito difícil, praticamente inconcebível para ela aceitá-la. O casamento é uma experiência arquetípica para ela. Terá grande dificuldade em deixar de pensar em si como solteira novamente, gerando sofrimento para si e para os outros.

Bom, agora que muitas de nós já identificamos aspectos de Hera ou a descobrimos como um arquétipo dominante em nós, esta na hora de conhecermos os caminhos para o crescimento e expansão para além do seus limites. Afinal quando a mulher do tipo Hera não desenvolve outros aspectos de sua personalidade com o auxílio dos arquétipos de outras deusas, pode por exemplo, passar de uma depressão de luto  – quando fica viúva – para uma depressão crônica. Especialmente se não criou um vínculo forte com os filho, ou ainda se abandonou suas amizades de solteira  para cultivar apenas relacionamentos como membro de um casal. Para evitar estas duas últimas dificuldades de relacionamento é útil invocar a força de Démeter (a deusa mãe, que ainda vamos falar aqui) e de Ártemis (a grande irmã de todas as mulheres) cujo post já foi publicado aqui no Ser Integral.

Reconhecer a influência de Hera e compreender suas fraquezas, é o primeiro passo para expandir-se além dela. O resultado desta consciência terá papel fundamental para libertá-la do espaço de prisão entre o arquétipo e o reforço cultural. Estamos falando daquelas mulheres que uma vez casadas, sentem-se ligadas para o melhor e para o pior, dificultando sua decisão de sair de um casamento ruim. As crenças religiosas, expectativas familiares, crenças de uma sociedade machista e patriarcal podem “conspirar”para mante-la ligada, por exemplo a um alcoólatra ou espancador de mulheres.

Expandir-se além de Hera é compreender que embora o casamento seja sua principal fonte de significado (e não há nada de errado com isso), limitar-se a ser esposa pode também significar limitar seu crescimento e habilidade de adaptar-se nas situações de divórcio e viuvez. Expandir-se para além de Hera é escolher bem seu futuro marido, considerando sua aptidão para ser de fato seu companheiro. Se você está vivendo a Hera à procura do seu companheiro, vale muito a pena anotar e responder estas questões:

– que espécie de temperamento ele tem?

– é ou está emocionalmente amadurecido? casamento/parceria requer muita maturidade; desejo de acertar;

– até que pronto está pronto e disposto a se estabelecer, constituir família?

– qual o grau de importância fidelidade tem para ele? Já que para você é condição sine qua non (sem a qual não pode ser);

– você o ama de fato? ele é – realmente – o melhor para você?;

– vocês são compatíveis?

Responda estas perguntas, da forma mais honesta possível. De suas respostas depende a felicidade do seu casamento, uma vez que casada, você será dependente do caráter do seu marido e principalmente da sua capacidade de amá-la e respeitar o compromisso com você. Pense nisso!

Expandir-se além de Hera é ser consciente de suas limitações, buscando repetidamente, alinhar-se com outras deusas que lhe permitam crescer além de seu papel como esposa. O marido pode ser um aliado importante nesta tarefa, quando aprende a responder com compaixão à sua necessidade, por exemplo, de saber onde ele está, para onde vai quando sai de casa ou ainda quanto tempo vai demorar para retonar ao lar.  Esta atitude de sua parte permitirá a Hera sentir-se segura e longe da energia negativa e destrutiva do ciúme que mina a confiança e deteriora qualquer relacionamento. Para crescer e expandir-se a mulher deve resistir ao ciúme de Hera, decidindo confiar no marido dando-lhe crédito para apoio e fidelidade. O trabalho também pode ser uma aliado importante na tarefa de afastar a raiva e o ciúme de Hera. Seja ele qualquer espécie: mental ou manual, pode servir como importante ferramenta para sublimar os aspectos negativos, já que é muito mais saudável sublimar a raiva do que permitir que ela cresça e a destrua.

Finalmente, vamos aproveitar o aspecto que Hera tem de reciclar-se. No seu mito ela tem a capacidade de renovação constante, encerrando e iniciando novos ciclos. Seu culto compreendia a veneração da deusa jovem na primavera, a Hera realizada no verão e no outono e a Hera viúva no inverno. Compreender estas possibilidades, permite que possamos sempre recomeçar. Se fizemos más escolhas no passado, podemos fazer diferente agora e iniciar um novo ciclo que poderá ser muito mais positivo.

Eu estou muito feliz de ter feito esta viagem com Hera. Hoje aos 60 anos, relembro que vivi aspectos muito profundos de Hera em meu primeiro casamento e que Deméter, Atena, Ártemis e muito de Héstia agora, me permitiram iniciar novos ciclos. Espero que Hera também seja útil a você.

Desejo a você uma semana abençoada e plena da Luz da Deusa!

Grande abraço e até o próximo post.

Bolen S Jean – As deusas e a mulher – Ed Paulus

As deusas vulneráveis

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Como prometi, estou retomando o tema das Deusas, feliz pela repercussão que tem despertado. Foram mais de 2000 curtidas, muitos e-mails e comentários, justificando que continuemos a explorar as muitas possibilidades que as Deusas podem trazer para todas nós.

Depois de falarmos sobre as tres Deusas Virgens: Héstia, Ártemis e Atena, com suas características tão peculiares, com as quais tantas de nós nos identificamos, vamos agora dedicar um tempo às Deusas Vulneráveis: Hera, Deméter e Perséfone.

São consideradas deusas vulneráveis porque personificam arquétipos que representam os papeis tradicionais das mulheres: esposa, mãe e filha. Além disso são orientadas para o relacionamento, ou seja suas identidades e bem estar dependem de um relacionamento significativo. Expressam a necessidade de afiliação das mulheres.

Em suas mitologias, essas tres deusas foram estupradas, raptadas, dominadas e humilhadas pelos deuses. Todas sofreram quando uma ligação foi rompida ou desonrada e cada um a seu modo experienciou a impotência: Hera com raiva e ciúme, Deméter e Perséfone com depressão. A idéia aqui, portanto, é utilizar o conhecimento destas deusas para abrir possibilidades de insights rumo à natureza de suas necessidades de relacionamento e principalmente como são seus padrões de comportamento em face à perda. Como reagimos quando nos deparamos com a perda em nossos relacionamentos? Com raiva e ciúme como Hera ou entramos em depressão como Deméter e Perséfone?

Diferentemente das deusas Virgens que se movem dentro do – uma em si mesmas – as deusas Vulneráveis são arquétipos cuja atração motivacional é o relacionamento, mais do que o empreendimento, a autonomia ou novas experiências. Seu foco de atenção está nos outros, não num objetivo exterior ou estado interior. Por esta razão as mulheres identificadas com essas deusas são atenciosas, receptivas às necessidades dos outros e sua maior motivação são as recompensas do relacionamento: aprovação, amor e atenção, por exemplo. Para essas mulheres, cumprir os papéis tradicionais reservados às mulheres na sociedade (esposa, mãe e filha) pode ser pessoalmente muito significativo.

Aqui é muito importante destacar, como já dissemos nos posts anteriores que todas as mulheres em algum momento de suas vidas já tiveram a predominância de um ou outro arquétipo das deusas. E não há nada de errado com isso. São fases naturais da vida feminina. A idéia aqui é trazer luz a estas questões, aumentando a consciência destas forças que atuam em nossas vidas, e consequentemente nosso auto conhecimento. Assim, embora as deusas vulneráveis não simbolizem qualidades que conduzem à realização, as mulheres que personificam estes arquétipos podem crescer e expandir-se para além deles.

Quando descobrimos em nós mesmas que somos ou estamos vivenciando o arquétipo das deusas vulneráveis, podemos aprender mais sobre nós mesmas , sobre nossas forças, fraquezas e potencialidades positivas e negativas. Essa consciência (de novo a consciência!) pode nos ajudar a perceber os problemas, ajudar-nos a resolve-los e até a evitar ou nos livrar de algum sofrimento. Por exemplo, a mulher do tipo Hera pode evitar grandes sofrimentos ao não se permitir ser atirada de forma insensata ou prematura ao casamento. Sua principal tarefa antes disso é aprender como avaliar o temperamento e a capacidade de amar do seu pretendente escolhido para marido, porque seu destino será determinado por ele: o marido!. Da mesma forma a mulher identificada com Deméter, deve ter clareza sobre as circunstâncias em que vai engravidar, porque seu desejo de ser mãe não a resguardará das consequências de uma atitude impensada e inoportuna. E a jovem mulher do tipo Perséfone fará muito bem em sair da casa paterna para estudar ou trabalhar, de modo que tenha a oportunidade de crescer para além da submissa filhinha da mamãe.

Agora que já fizemos a apresentação das características das deusas vulneráveis, você que nos acompanhou com a deusas virgens pode perceber que existem grandes diferenças entre elas. Inclusive pode perceber em si mesma que tem aspectos de muitas delas. Afinal toda mulher que já sentiu ímpeto de se casar, ou teve um filho, ou sentiu que estava esperando que alguma coisa acontecesse para mudar sua vida – o que inclui exatamente todas as mulheres… rsrsrsr – descobrirá em si mesma algum aspecto de uma ou de todas as deusas vulneráveis em algum momento de sua vida.

Eu desejo que este conhecimento das deusas vulneráveis possa de alguma forma trazer a luz a todas nós, sobretudo para a importância do resgate da Deusa em nós mesmas e também de sua influência amorosa na vida do Planeta.

Nos próximos post vamos nos dedicar às peculiaridades de cada uma das deusas vulneráveis, iniciando por Hera: a deusa do casamento, do compromisso e da esposa. O assunto é intenso e transformador e poderia se tornar muito extenso para o aprofundamento num só post.

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Um grande abraço e toda luz! Nos vemos no próximo post.

Fonte:

BOLEN, S. Jean – As deusas e a mulher – nova psicologia das mulheres.