“Gaslighting”

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VOCÊ VIVE PEDINDO OU CRIANDO DESCULPAS PARA JUSTIFICAR O COMPORTAMENTO DO OUTRO?

Olá pessoal, recebi este texto da minha amiga e terapeuta Ana Valério, que gentilmente compartilhou conosco sua experiência de atendimento. Achei oportuno trazer para vocês porque estas situações, embora tão tristes, são comuns nos relacionamentos.

Você é ou já foi vítima de “Gaslighting“? Sabe o que significa isso ou já ouviu falar?

Gaslighting” é um comportamento manipulador e opressivo dentro de um relacionamento. Seja ele amoroso ou não. É quando você se deixa sofrer por abusos psicológicos de um narcisista perverso. Você passa a duvidar de si própria, se sente insegura, não amada, vive sob tensão. Mulheres confiantes e independentes também são passíveis de vivenciá-los e não saberem como agir ou se libertar. Uma manipulação que pode terminar, no mínimo, no divã. E que assim seja! Pelo menos você deu um passo à frente.

Em primeiro lugar, gostaria de dizer que você não está sozinha.

Em segundo lugar, gostaria de dizer que SIM, existe solução para isso e NÃO, você não é a pior pessoa do mundo por se permitir este tipo de relacionamento, muitas vezes de difícil detecção.

*Valéria (nome fictício), uma cliente minha já com 45 anos de idade, profissional bem sucedida, mãe, bem nascida e criada em ambientes nobres, pensava ter encontrado o Príncipe de sua vida ao se casar com o pai de seus filhos. Mas, ao longo dos anos, viu seu sonho ir por água abaixo quando aquele homem bom, trabalhador e também bem sucedido em sua área, a humilhava todas as vezes que se encontravam com amigos e familiares. A princípio era uma humilhação velada, despercebida por todos, mas que a deixava sempre intrigada. E quando ela tocava no assunto em casa, a sós com ele, ele arrumava um jeito de dizer que “- Não é bem assim, você está exagerando.” Ele lhe provocava ciúmes abertamente, elogiando outras mulheres na sua frente e, novamente, a desculpa: “- Querida, você está vendo coisas. Preste mais atenção em si e não tire conclusões sobre o  que não existe.”  Ela se desculpava e reafirmava seu amor por ele. Do tipo “não posso viver sem você, por isso fico insegura.”

Até que um dia Valéria, numa reunião familiar, perdeu a paciência e começou a gritar com ele por estar cansada das humilhações em público e ele, de forma sempre gentil e quase sussurrando: “- Eu não digo que ela é louca? Agora vocês estão vendo com seus próprios olhos.”  Quando chegou a este ponto, ela já se encontrava em dúvidas se era mesmo louca e exagerada. Já não dormia direito, tinha autoestima baixa e vivia chorando. De mulher bem arrumada e bem tratada, passou quase a andar de qualquer jeito (não muito, porque seu trabalho a impedia. Mas a vontade era andar de pijama o dia inteiro e dormir). Só ouvia acusações quando estava a sós com o marido e na frente das pessoas ele se mostrava “o marido que toda mulher gostaria de ter”. Seu chefe no trabalho começou a não mais respeitá-la, porque ela já não rendia o suficiente para ele. Reclamava dela na frente de seus subordinados. Ambos, marido e chefe, a faziam pensar que, se não existissem, *Valéria não seria ninguém. Muito menos, bem sucedida.

Ela passou a evitar lugares públicos e se isolar até mesmo dos filhos. Quase um estado “vegetativo”. Tinha vergonha de contar para alguém e ser, mais uma vez, considerada a louca, porque não sabia ser feliz.

Foi quando ela resolveu me procurar, pois tinha medo de ser submetida a tratamentos à base de remédios tarja preta para tirá-la da “crise”. Estava tão frágil, que se perguntou se haveria mesmo alternativa, além de se intoxicar, logo ela, totalmente “natureba”.

Qual a solução? Ela existe. E para cada caso, haverá uma diferente, dentro do contexto e da vivência de cada um. Mas ela só vem se você se dispuser a passar pelo processo transformativo e a assumir o seu verdadeiro papel, voltando-se à sua essência. Sem isso, não haverá nenhum profissional que poderá lhe ajudar. Nem religião, nada.

O momento ainda não é propício para decidir e tomar uma atitude efetiva? Podemos conversar. Estarei à disposição para lhe ajudar, porque sei como está se sentindo. Já atendi inúmeras clientes na mesma situação e que demoraram a procurar ajuda porque tinham vergonha. Mas estou aqui lhe oferecendo meu apoio e um tipo de solução. Já é um começo. Esteja onde estiver. Distância não é problema.

E então? Se muitas se curaram sem  viverem dopadas de remédios, hoje  posso lhe ajudar a fazer o mesmo.

Meu e-mail:  contato.anavterapeuta@gmail.com

Meu Skype: aninha.valerio

Meu Whatsapp: (48) 9858-8665

PS: Dois dias depois do texto publicado na minha fanpage do Facebook (“Nem Toda Feiticeira é Corcunda”), recebi a ligação de um homem, que passa pela mesma situação no casamento. E a gente nem imagina que os homens também podem ser vítimas desse tipo de abordagem no casamento, né?”

É isso aí pessoal, tomar conhecimento de que existem pessoas manipuladoras é muito importante, mais importante ainda é aprender a identificá-las e sobretudo buscar ajuda. Como disse a Ana Valério em seu texto esclarecedor você não está sozinho (a).

Um grande abraço, ótima semana e toda Luz! E lembre-se de curtir e compartilhar a nossa fanpage Ser Integral.

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